Capítulo III - Disco BAD Parte VI

 Man In The Music: Capítulo III - BAD - Parte VI 


Assim como com Thriller, várias músicas forma consideradas para Bad. A partir dessas, Jackson e Jones reduziram a lista. “Cinquenta por cento da batalha é tentar decidir quais músicas serão gravadas”, Jones recorda. “Isso é totalmente instintivo. Você tem que ir com as músicas que tocam você, que causam arrepios.”


“Foram mais de 800 gravações de múltiplas faixas para criar Bad.”


De acordo com a Rolling Stone, “Jackson tinha 62 músicas escritas e queria lançar 33 delas em um álbum triplo, até [Quincy] Jones acalmá-lo”.Esse acabamento fez com que algumas excelentes faixas fossem deixadas no chão da sala de cortes, incluindo “Streetwalker” (a qual Jackson preferia, mas foi excluída por Jones em favor de “Another Part of Me”), “Fly Away” (uma balada meio-tempo linda, melódica) e “Cheater” (uma faixa funky, áspera, sobre infidelidade), entre outras.


Uma vez que as músicas foram escolhidas para gravação, isso era sobre criar músicas que o “ouvido não tinha escutado”. Jackson não queria duplicar Thriller, ou outra música no rádio, aliás. Ele queria inovar sonoramente. “A visão de Michael [é] começar fazendo uma gravação criando músicas novas totalmente frescas, que nunca foram ouvidas antes”, explica o engenheiro assistente Russ Ragsdale. “Para Bad isso foi alcançado por [músicos] Michael Boddicker e Greg Phillinganes, com pilhas de sintetizadores enchendo toda a ampla sala de gravação, preenchendo todo espaço disponível, assim como o maior Synclavier do mundo, naquela época, operado por Chris Currel… Foram mais de 800 gravações de multifaixas para criar Bad; cada música era algumas centenas de faixas de áudio.” Para a faixa rítmica em particular, Jackson queria um novo som de bateria que iria realmente acertar. Swedien gravou-as na fita 16-track, como em Thriller, mas depois as transferiu para o digital, para pegar este mecânico, mas “amplo, ritmo analógico som”, que Jackson adora. Jones chama isso de “grandes pernas e saias apertadas”.


No fim, Jackson e Jones ficaram no estúdio por mais de um ano. “Muitas pessoas estão muito acostumadas a ver apenas o resultado do trabalho”, Jackson disse em uma entrevista em 1987.“Elas nunca veem o lado do trabalho que você atravessa para produzir o resultado.” Os prazos vieram e passaram, no entanto, frustrações se acumularam. Quincy Jones, supostamente, saiu do projeto por um tempo, quando ele descobriu que Jackson tinha se esgueirado para dentro do estúdio e alterado o trabalho dele. Os executivos daEpic continuaram a pressionar para finalizar o álbum, mas Jackson não podia permitir-se lançar o álbum antes que ele estivesse “pronto”. “Um perfeccionista tem que fazer o tempo dele”, ele explicou. “Ele corta e molda e esculpe esta coisa até ficar perfeita. Ele não pode deixar isso sair até que ele esteja satisfeito; ele não pode.”


Finalmente, por volta do verão de 1987, um firme prazo foi fixado para o lançamento de Bad. “Você precisa de um prazo dramático”, Quincy Jones explicou a Rolling Stones. “Eu juro por Deus, nós estaríamos naquele estúdio por mais um ano, não fosse aquele prazo.” Assim como com Thriller, Jackson e Jones trabalharam todo o caminho para a trilha sonora final, dando os últimos retoques, até que o álbum fosse masterizado em 10 de julho.


Originalmente, a capa do álbum Bad era um close-up do rosto de Jackson sobreposto por uma renda preta. Jackson adorou a estranheza e o mistério da imagem, mas os executivos da Epic ficaram horrorizados, temendo que isso fosse reforçar a “esquisita” personalidade feminina dele. A capa foi, por fim, descartada em julho, em favor de uma foto shoot do vídeo Bad, a qual mostra o cantor em couro preto, fivelas, punhos fechados e o título pintado em spray vermelho. Desde que ele seria um álbum “durão”, essa parecia ser uma escolha melhor.


Em 1988, Michael Jackson ainda era o mais eletrizante entretainer do mundo.

Para celebração do lançamento de Bad, Michael Jackson ofereceu uma festa na casa dele, em Encino, para aqueles que tinham colaborado com o álbum, assim como os executivos daEpic e outras pessoas na indústria da música. Embora Jackson continuasse distante a maior parte do tempo, ele estava aliviado e rejuvenescido por, finalmente, ter terminado. “Era um júbilo, é o que era”, ele disse à Ebony. Ainda, depois de anos colocando o coração e a alma dele no álbum, ele estava ansioso para ver como o público o receberia. “Eu não posso responder se eu gosto de ser famoso ou não”, ele mais tarde escreveria na autobiografia dele, “mas eu adoro alcançar objetivos. Eu adoro não apenas alcançar uma meta que eu estabeleci para mim mesmo, mas ultrapassá-la. Fazendo mais do que pensei que poderia, isso é um sentimento incrível”.

Jackson, e o mundo, aliás, tinha estabelecido uma alta meta para Bad – e agora tinha, finalmente, chegado o memento da revelação.


Bad foi lançado, mundialmente, em agosto de 1987 e imediatamente alcançou o primeiro lugar no catálogo da Billboard e em todo o mundo. A recepção pelos críticos variou: alguns tiveram um tempo difícil separando as histórias estranhas, que eles estiveram escutando pelos dois anos anteriores, da verdadeira música. “Jackson, o cantor, pode ser destruído por Jackson, a pessoa”, escreveu Jay Cocks, do Times. “O Homem no Espelho, a maioria das pessoas verão, não é o cantor tomado pela consciência (‘Eu estou começando com o homem no espelho/ Eu estou pedindo a ele para mudar os seus modos… ’), mas Captain EO, das fantasias de parque temático ou a celebridade peekaboo, deitada no tanque de isolamento dele ou preocupado com flashes de paparazzi, vestindo a máscara cirúrgica de Homem Elefante dele e elevando a proposta dele pelos restos de John Merrick.”


Em quase todas as outras críticas contemporâneas de Bad, a imagem de tabloide de Jackson estava proeminente. Muitos críticos se engajaram em pseudos-psicanalises, ensinando sobre as excentricidades de Jackson como se artistas e rock stars devessem ser o modelo infantil de normalidade.


Quando o single líder do álbum foi lançado, a balada composta por Jackson, “I Jus Can’t Stop Loving You”, alguém poderia supor, pelas críticas, que ela era a pior obra musical já criada. “Com um rosto plástico como o disco que ele cobre”,escreveu um crítico, “Wacko Jacko deu um passo para trás nos centro das atenções… mais mocinha que nunca”. “Jackson pode ter telefonado através destes vocais”, escreveu outro, enquanto uma terceira avaliação a descreveu como uma “um gotejamento de sentimentalismo de profundidade oceânica”. Tais críticas eram absurdamente exageradas. Embora a música não representasse o melhor material do álbum (exatamente como o singlelíder de Thriller, “The Girl is Mine”, não representava), estava claro, desde o começo, que apesar do mérito,Bad não tinha chance de ultrapassar Thriller. Muitas pessoas, simplesmente, não eram capazes de ignorar o sensacionalismo e escutá-lo de forma aberta e objetiva.


Em uma pesquisa da Rolling Stone, em 1988, essa realidade foi confirmada, quando Jackson foi votado “O Pior Cantor Masculino”, enquanto Bad foi votado “O Pior Álbum”. “A repercussão tem mais a ver com a personalidade excêntrica do cantor que com a música dele”, fundamentou o editor musical da Rolling Stone, David Wild. “As pessoas estão respondendo negativamente à imagem dele e à campanha publicitária. A categoria que ele deveria ter vencido era a ‘pior imagem’ ou ‘menos compreendido’”.


Apesar da repercussão (e das comparações com Thriller), Bad se tornou um álbum de enorme sucesso. Nos primeiros poucos meses, ele vendeu rapidamente, permanecendo em primeiro lugar por seis semanas consecutivas nos Estados Unidos e vendendo mais que o resto do Top 40 combinado. Bad também mostrou a crescente popularidade mundial de Jackson, alcançando o topo dos catálogos em um recorde de vinte e cinco países. (Bad é o álbum mais bem vendido de Jackson no Reino Unido. Ele é também um dos dez álbuns mais vendidos de todos os tempos no país.) Na verdade, quando Jackson viajou para países como o Japão, Austrália e Reino Unido, mais tarde naquele ano, para a Bad World Tour, ele foi saudado ao estilo pandemônio da época dos Beatles (O Japão apelidou a visita dele de “Tufão Michael”). Para construir o excitamento para os shows, Jackson entraria do lado do estádio (capturado em filme), correndo ou marchando com algumas dúzias de oficiais de polícia. A audiência massiva, já batida em antecipação efervescente, seria inundada por brilhantes luzes brancas até Jackson aparecer congelado no palco, antes de explodir no número de abertura.“A palavra ‘superstar’ tornou-se insignificante comparada ao poder e graça jorrando do palco”, escreveu Gregory Sandow, um crítico para o Los Angeles Herald Examiner. Em 1988, apesar de tudo, Michael Jackson continuava, sem dúvida, o maior artista do mundo.


Bad foi um álbum carregado com memoráveis vídeos e hits. Ele também foi o primeiro de Jackson a vender mais cópias fora dos Estados Unidos que dentro.


O sucesso comercial do álbum, no entanto, era outro ponto comum da crítica no resultado de Thriller. A meta inicial de Jackson de querer vender mais que o álbum mais vendido não ficou bem com críticos. Jackson estava interessado em fazer músicas significativas ou estava apenas querendo vencer recordes de vendas e prêmios? Disse o biografo Randy Taraborrelli,“[Michael Jackson] não poderia imaginar gravar um álbum para nenhum outro propósito que não ele ser o maior e o melhor, sempre. Ele precisava ter o trabalho dele reconhecido de forma ampla ou ele, simplesmente, não ficaria satisfeito. Talvez tal determinação possa ser relacionada aos dias dele, quando menino, quando The Jackson 5 competia em shows de talento, nos quais o único objetivo era ser o vencedor. Esse foro foi o treinamento base original de Michael.”


Certamente, há alguma verdade nisso. Desde os iniciais dias dele performando, Jackson foi esperado ser o melhor – e ser o melhor significava validação pela audiência. Se isso significava agradar uma áspera audiência no Apolo Threater, no Harlem, ou gravar um hit, na Motown, Jackson cresceu com a ideia de que se as pessoas não comprassem a música dele, isso era um fracasso.(Mais tarde na vida, Jackson iria, pelo menos teoricamente, entender que grande arte não é sempre imediatamente popular.) Por toda a carreira dele, porém, ele esteve determinado a ser, artisticamente e comercialmente, bem sucedido. Ele queria ser e maior entertainer do mundo e vender cem milhões de álbuns, mas ele também queria inovar artisticamente, criar música que “os ouvidos nunca tinham escutado” e canções que mudavam a consciência das pessoas. A maioria dos críticos, inobstante, tinham dificuldade em compreender este paradoxo e simplesmente o dispensavam como umentertainer de mente completamente comercial.


Badtambém foi criticado por ser liricamente superficial. Na crítica de 1987, para o New York Times, Jon Pareles dispensou Jackson em tais termos: “Os álbuns que Thrillerderrubou como mundialmente mais vendido – Tapestry, de Carole King; Rumors, de Fleetwood Mac; até mesmo a trilha sonora de Saturday Night Fever–, todos oferecem algo mais que hits escutáveis ou dançáveis, embora eles sejam abastecidos com isso. O mesmo quanto a álbuns que ficaram em faixa mais baixa das vendas, tais com Born in the U.S.A., de Bruce Sprinsteen, Purple Rain, de Prince e Dark Side of the Moon, do Pink Floyde. Todos eles são bem produzidos, coleção sonoramente rica de músicas, que colam no ouvido. Mas eles também têm letras que tentam ir além do típico sentimento pope essas letras encontram uma resposta fora da usual audiência pop.”


Para Pareles, então, Michael Jackson podia fazer músicas que “colavam nos ouvidos”, as que, definitivamente, careciam de profundidade de artistas como Carole King e Fleetwood Mac. Enquanto essa alegação ganha alguma circulação jornalística, começando no fim dos anos oitenta, no entanto, ela não se sustenta sob escrutínio. “Muitos dos ataques [contra o talento artístico de Jackson]”,observou Quincy Troupe, da Spin,“veio de críticos brancos derock, que, de repente, pareciam ressentir-se pelo sucesso incomparável dele. Jackson não encaixava no modelo para a idolatria dos críticos de rock. Alguém como Bruce Springsteen toca guitarra, escreve músicas que são sujeitadas, literalmente, à crítica, e dança como um sujeito branco. Ao passo que Michael Jackson representa a herança cultural negra, que críticos brancos não conhecem ou preferem apreciar, nostalgicamente, o que vem de alguém que está morto.”


O considerável talento artístico em Bad, é claro, foi colocado em perspectiva clara desde essas críticas dos passados anos oitenta. Mas muita da mesma presunção quanto à música de Jackson tem persistido entre críticos. Se isso é devido ao enorme sucesso comercial dele, estereótipo sobre“dance music”, a pessoa dele, a personalidade controversa dele, a raça dele, ou a combinação dessas coisas, tem sido, e continuará a ser, debatido. No entanto, não há duvidas. Começando com Bad, críticos como Pareles desenvolveram uma excessiva hostilidade e atitude desdenhosa à música dele.


Para Bad, a chave na reavaliação crítica está em não entender a estrutura artística dele. Comparar Michael Jackson a Bruce Sprinsteen é como comparar Madona a Janis Joplin ou James Brown a Bob Dylan. Eles estavam simplesmente operando em diferentes paradigmas e modelos estéticos. Michael Jackson escrever músicas sobre a América seria tão falso quanto Springsteen cantando “Smooth Criminal”. Na verdade, Bad não é mais superficial liricamente que um clássico álbum de rock como Born in the U.S.A. Apenas contém diferentes estilos e temas.


Em Bad, a música de Jackson é amplamente sobre criar humores, emoções viscerais e cenários fantásticos. O descolado som de motor girando na perseguição de carro de “Speed Demon” passa fluidamente para a entonação terrosa de “Liberian Girl”. A tensa narrativa sensual de “Dirty Diana” dá caminho a uma misteriosa cena de assassinato em “Smooth Criminal”. Cada música funciona como uma capsula de sonho, convidando o ouvinte a entrar em um vívido novo som, história e espaço. Ele almeja hipnotizar, transportar, espantar e, também, explorar e revelar. Dessa forma, ele é mais comparável a uma trilha sonora cinematográfica (com elementos de blues,jazz e R&B).


Experimentado em seus próprios termos, Bad é um álbum contagiante, fantasmagórico, o que um punhado de críticos reconheceu desde o começo. “Ninguém que reclama o estúdio digital tem a mente tão estreita para ser capaz de escutar profissionais que suplantam e eles próprios”, escreveu o crítico musical Robert Chirstgau. “Maestria de estúdio é mais como isso, o mais forte e mais consciente álbum black pop em anos, definindo a reformulação de James & Lewis, de Baby Sis, como o principal e, então, inundando-o com ritmo e poder vocal.” A revista Times o chamou de “um álbum de dança em estado de arte. As letras de Jackson combinam, em alguns momentos de lampejos de felicidade (‘Seu papo é furado/ Você não é um homem/Você atira pedras/ Para esconder suas mãos’) com felicidade de estilo scat.” Rolling Stonesentiu, como um todo, que ele era até mesmo melhor que Thriller. “Bad não é apenas um produto, mas também uma antologia coerente da percepção que ele criou”, escreveu Davitt Sigerson. “Comparações com Thriller não são importantes, exceto esta: mesmo sem um registro histórico como ‘Billie Jean’, ‘Bad’ é um álbum melhor… Levando em conta o confuso banco de conjecturas – quanto a vendas, quanto à cirurgia facial, quanto à religião, quanto à. É ele pegando isso e se assim for, de quem ou o quê – nós podemos voar dentro do coração de uma estiloza peça de trabalho.”


Na verdade, esse trabalho incluiu o que o engenheiro de gravação, Bruce Swedien, descreve como a “mais selvagem variedade de campos sonoros” de qualquer álbum que Jackson tem criado. As camadas de dinâmica programação de sintetizadores e bateria não combinaram apenas com guitarras, órgãos ou instrumentos de sopro, mas também com motores de carros, batimentos cardíacos, som de pássaros, e barulho de multidão. “Bad… eleva a intensidade da música”,escreveu Jon Dolan, da Rolling Stone.“As batidas tem perversas pistolas pop, as guitarras de rock são tórridas, a textura de sintetizador dele são sombrias e elegantes”.


O álbum apresenta, também, proeminentemente, muitos dos vocais característicos de Jackson: os hee hees, oooohs, e awwws, os grunhidos, engasgadas, e shamones (O último dos quais é, agora, apresentado no Dicionário Urbano).


Desde a energia infecciosa de “The Way You Make Me Feel” ao rapgutural de “Sepeed Demon” e “Smooth Criminal”, desde as ricas harmonias de“Liberian Girl” aos sublimes apelos de “Man In The Mirror”, os vocais de Jackson em Bad são completamente únicos e completamente brilhantes.


Em termos de legado, Bad agora se mantem firmemente com Thriller com um dos melhores e mais influentes álbuns pops da década. Mesclando memoráveis ganchos com únicos e inovadores sons e visuais, ele é um dos álbuns mais imaginativos e bem sucedidos de Jackson. Ele não apenas possui a marca sem precedentes de cinco hitsnúmeros 1


(“I Just Can’t Stop Loving You”, “Bad”, “The Way You Make me Feel”,“Man in the Mirror” e “Dirty Diana”). Três outras – “Smooth Criminal”, “Another Part of Me” e “Leave Me Alone” – iriam quebrar o top 15.


Essas músicas continuam sendo marcas no vasto catálogo de Jackson. “É interessante para mim, refletir sobre o álbum Bad”, escreveu o engenheiro de gravação de longa data de Jackson, Bruce Swedien, “e perceber que eu tenho mais músicas favoritas nesse álbum que em qualquer outro”. Muitos fãs podem dizer o mesmo.


O Rock and Roll Hall of Fame o chamou de “um dos mais afiados álbuns black pop já gravado” com “audacioso uso de batidas urbanas”,suaves jazz-funk e guitarras de rock”.ARolling Stone o colocou na 202º posição na lista de 500 Mais Incríveis Álbuns de Todos os Tempos.


Décadas mais tarde, a famosa pergunta de Jackson na faixa título –“Who’s bad?” – é tão retórica quanto sempre.


Nota da tradutora:
- Slam Dunk é uma garota que você não conhece, mas com quem você conversa.
- Pekaboo é uma palavra usada em vários sentidos, sobretudo, como algo infantil, pois é originalmente uma brincadeira feita com bebês, de cobrir e descobrir o rosto, surpreendendo a criança, assim, também pode expressar algo bobo ou surpresa.
- Estilo scat, ou scat-style, significa cantar, de forma rápida, sons ou palavras sem sentido.


Comentários